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O quinto império – Semana da pátria

 O descobrimento do Brasil trouxe ao reino de Portugal a feição que todo império carece: a grandeza e esplendor de seus domínios.  Já no início de seu desapontável reinado Dom Sebastião, pode-se dizer sem sombra de dúvida, era o monarca europeu mais promissor em termos de posse. Entretanto, a máquina pública estava encerrada nos arcaicos sistemas medievais que predominavam numa época de intenso comércio, que iria cimentar o contexto da Revolução Industrial. Portugal foi um Império, não há dúvida, um Império que nasceu no rebento de suas conquistas, mas um Império frágil a si mesmo ( https://pt.wikipedia.org). Com as investidas de Napoleão Bonaparte no continente europeu, a família real portuguesa se viu ameaçada e sua Majestade empreendeu fuga para o solo brasileiro.

A janela de oportunidade que se abriu para o brasil com a vinda da família real portuguesa em 1808, abstraindo-se as lendas e utopias, culminou com o crescimento de nossos ativos econômicos, ensaio de organização do que chamamos de estado, crescimento cultural dentre outros.

A utopia do quinto império passa por uma visão messiânica, de que a hegemonia portuguesa se daria nos fins dos tempos, muitos até associavam este vasto império com a volta do esperado e desaparecido rei Dom Sebastião.

Quando falo em janela de oportunidade, digo com todo o otimismo que o Brasil poderia sim, se o rei o quisesse, retomar o apogeu das grandes navegações e partir daqui se estabelecer uma nova ordem mundial.

Temos o que comemorar? Sinceramente como patriota amante de nosso país e de nossa gente, acredito que temos. Temos um povo maravilhoso e aguerrido que não foge a luta. Luta pela sobrevivência apesar da série de intempéries de toda sorte que o acomete.

O tradicional desfile de 7 de setembro do Exército, bem como as atividades referentes ao Dia da Independência que acontecem nas escolas esse ano, não acontecerão como de costume devido ao contexto atual no mundo pela covid-19. Mas empunhemos nossa bandeira verde e amarela, levantemos, pois, nossa voz e brademos nossos princípios e valores. Estes princípios e valores são sustentáculos de nossa independência e nos diferencia do resto do mundo – Povo solidário, tolerante, pacífico, amigo, trabalhador.

Não vamos deixar de comemorar essa data tão importante e significativa para nosso país, em que pese a tragédia biológica que se abateu sobre o planeta.

Entendamos o contexto dessa data, dia 07 de setembro de 1822, Dom Pedro proclama a independência do Brasil nas margens do rio Ipiranga e trouxe a frase “Independência ou morte” como marco histórico para nossas vidas e nosso país. Desse momento em diante deixamos de ser colônia de Portugal e demos início ao um novo período social, economia e histórico em nossa nação.

Poderíamos ter nos tornado o quinto império? Talvez, mas não percamos a esperança, o apogeu de nosso país ainda está por vir. Chegará nos braços cansados de nosso povo, capitaneado pela força do trabalho em prol de nosso desenvolvimento.

Parabéns povo brasileiro, 

Parabéns meu Brasil.

Que tenhamos sempre a ordem democrática por meta e nosso progresso por fim.

Murilo Ferreira dos santos – Presidente do INBRADIM

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